Coreia do Norte comemora avanço nuclear com fogos de artifício

Exército e autoridades acompanharam queima de fogos
Civis e homens de elite estiveram em praça pública para os festejos

Foi uma quarta-feira de festas e comemorações na Praça de Kim Il-sung em Pyongyang, na Coreia do Norte, que recebeu civis e membros da elite do regime para celebrar o "marco sem precedentes" no desenvolvimento nuclear. Para o líder Kim Jong-un os avanços com os testes nucleares é motivo de festejos junto ao seu povo.

A Coreia do Norte celebrou na quarta-feira com fogos de artificio o seu sexto e mais potente teste nuclear, que classificou como um "evento nacional auspicioso" e um "marco sem precedentes".

A festa parou os norte-coreanos com as comemorações
Na Praça de Kim Il-sung em Pyongyang a presença do chefe de Estado honorífico, Kim Yong-nam, do vice-marechal do exército Hwang Pyong-so, e "os que contribuíram para o bem-sucedido teste da bomba H que pode ser instalada num míssil", segundo a agência oficial KCNA.

Os participantes testemunharam diversos discursos que classificaram o teste nuclear como "um evento nacional auspicioso que deu grande coragem e força ao exército norte -coreano e ao povo".

Povo norte-coreano compareceu em massa para saudar a "façanha"
O teste foi um "presente" para os líderes Kim Il-sung e Kim Jong-il, avô e pai do atual líder, Kim Jong-un, que com a sua "orientação enérgica, dedicação incansável e esforços" fizeram com que a Coreia do Norte possa "emergir com um Estado com armas nucleares", disse a KCNA.

O regime elogiou o "marco sem precedentes" conseguidos pelo jovem Kim no desenvolvimento atômico do seu país e reafirmaram a sua postura de levar a cabo "os ataques preventivos mais implacáveis e fortes", se os EUA  puserem em marcha uma guerra.

Foi uma quarta-feira de celebrações e discursos
Pyongyang realizou no passado domingo o seu sexto e mais forte teste nuclear até à data, em que garantiu ter detonado uma bomba H (de hidrogénio, mais potente que as armas convencionais) que pode ser instalada num míssil intercontinental.

Walther Alvarenga

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