Glória Perez destrói o jovem e confunde a sexualidade no país

Gloria Perez seria jogada à cova dos leões em outro país
Cenas agressivas da mulher que virou homem em rede nacional

O que Glória Perez faz com o Brasil? Por que a insistência em banalizar valores e confundir pessoas? Em alguns capítulos da famigerada novela A Força do Querer a autora consegue embrutecer a essência feminina na justificativa à transformação da personalidade de Ivana – agora Ivan -, personagem que desconstrói a conduta original de si mesma na retratação da transexualidade.

Glória Perez destrói o jovem brasileiro e confunde a sexualidade pela abordagem agressiva com a qual enfatiza questão polêmica, ainda inaceitável no conceito familiar. E polemizar não é impor no conta gotas. Isso não lhe dá o direito de colocar no sofá da sala um coelho fétido - o sexo marginal -, incitando pessoas a abraça-lo com ternura, quando todos o temem, o resistem com objeção. E acalentar o indesejável é um ato de insubordinação.

A mulher que virou homem em rede nacional, diante dos olhos das crianças e dos 
incrédulos, lida explicitamente com hormônio – ligado a anabolizantes -, que ela consegue de forma escusa em academia – isso é grave. O manual prático da deformação da sexualidade é ensinado no horário nobre, e você pode encontrar a fórmula "perfeita", o caminho seguro. Glória Perez, evidente, comprometeu os profissionais de academia no Brasil. 

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Anabolizantes são perigosos, e nem é preciso alertar sobre isso. Substâncias sintéticas semelhantes à testosterona, que provocam o ganho muscular por meio da retenção de íons e água. Imagine uma garota ingerindo isso - a jovem do mundo real irá repetir a façanha porque deu certo na novela. As cenas vão ao ar sem nenhum pudor, diante do olhar das pessoas que amamos.  

Não se trata da ética da moralidade, mas o respeito ao livre arbítrio - me refiro à família. Todos os dias o ultraje entra na casa das pessoas, lembrando-as de que convivemos com a corrupção, que no morro alguém pode se dar bem e que mudar de sexo é o mesmo que trocar o rótulo do frasco na prateleira. Altera-se o índice, mas a substância é imutável.  

Glória Perez seria jogada à cova dos leões caso sua "obra" nascesse em países onde governantes privam pela segurança e o bem estar dos seus cidadãos. Não se trata do proibir, mas de evitar que o entretenimento seja um "urso" com garras de metal, pronto para degolar o bom senso. Aqui, no Brasil onde tudo se permite, a arte às vezes é um pretexto para propagar o inconcebível.

Um contexto, a meu ver, inapropriado. Uma realidade ainda obscura, mas a autora acredita que novela dita regras no Brasil – pode até funcionar em alguns aspectos -, entretanto, quando se trata da moral e do bom costume o tiro sai sim pela culatra.

Vale apontar a luz, mesmo que insistam em nos oferecer trevas como o prato principal na hora do jantar. Lamentável!

Walther Alvarenga

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