Atirador mata quatro pessoas, blasfema a Deus e causa indignação em Campinas

Euler Fernando Grandolpho matou quatro pessoas e tirou a própria vida
Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, matou quatro e tirou sua vida.

Sem dizer uma única palavra, o homem se levantou do banco em que ocupava na Catedral Metropolitana de Campinas (SP) e atirou. Os dois primeiros disparos atingiram uma senhora de 64 anos, mas o filho de 40 anos, que estava na companhia da mãe a protegeu e foi alvejado – ele morreu depois de agonizar na porta da igreja. A mãe sobreviveu, e, aos prantos, permaneceu abraçada ao rapaz até o último segundo de vida.

Foram vários tiros no interior da catedral com pessoas correndo por todos os lados, outras se atirando no chão. Quatro morreram e um senhor de 84 anos continuava em estado grave até o encerramento desta matéria.

Euler entrou calado, se levantou rispidamente e atirou para matar.

O atirador, Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, atirou contra a própria cabeça, com a chegada da polícia, caindo sem vida no canto, próximo do altar, segurando a arma. Uma cena lamentável, que traduz os tempos de ira do ser humano – fadado ao estresse, impaciência e a falta de Deus.

Sidnei Vitor Monteiro, José Eudes Gonzaga, Cristofer Gonçalves dos Santos e Elpídio Alves Coutinho morreram dentro da igreja. Do lado de fora da catedral, olhares de indignação tentando compreender o que às vezes é inexplicável. Apenas o silencio, sufocado pelo som de sirene.

Momentos de terror no interior da Catedral de Campinas
Uma senhora humilde, atônita diante das cenas pela televisão, segurou as mãos perguntando a si mesma: “Deus, o que está acontecendo? Por que tanto ódio? Por que o sangue em solo sagrado?”

É, meu caro leitor do BLOG, os tempos são difíceis e está ficando cada vez mais escasso o amor ao próximo. O individualismo esfria corações e nos apontam caminhos sombrios. Essencial é que cada um faça a sua parte e desvie as expectativas antes que as empurre ladeira abaixo.

Policiais e bombeiros agiram com precisão
O atirador morava em Valinhos (SP), era analista de sistema e publicitário. Estava desempregado e apresentava um comportamento estranho, segundo quem o conheceu. Ele matou pessoas, traumatizou fieis dentro de uma igreja e causou a indignação de todos. 

Walther Alvarenga




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