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EUA e Coreia em manobras de guerra na península coreana

Tropas do exército americano em simulação de guerra
Tropas do exército americano iniciam exercícios simulados

Tropas do exército dos EUA e da Coreia do Norte iniciaram manobras de guerra na península coreana nesta segunda-feira, com exercícios simulados de possíveis ataques, o que aumenta o clima de tensão entre os dois países.

Isso, no entanto, traz preocupação para China e Rússia, que pedem a suspensão desses perigosos jogos de guerra, que podem desencadear possíveis confrontos, o que seria um desastre para o mundo.

Os ataques verbais entre Donald Trump e Kim Jong-un, que elevaram o tom nas últimas semanas, provocaram uma correria entre empresários no mundo, que trocaram dinheiro por ouro para proteger patrimônios, temendo o que todos não querem: a guerra.

E o que se vê, segundo autoridades e analistas políticos, é que tanto o lado americano quanto do norte-coreano há uma expectativa do “quem é que começa?”, deixando perplexidade, afinal, trata-se de líderes intolerantes e dissimulados, o que requer cuidado.  

As manobras, chamadas Ulchi Freedom Guardian, fazem parte do estreito vinculo
 que une os dois exércitos desde o final da Guerra da Coreia e são realizados desde 1976. 

Nesse ano participam 50.000 soldados sul-coreanos e 17.500 norte-americanos, um número um pouco menor ao do ano anterior porque a parte americana diminuiu o número de efetivos, informa a agência sul-coreana Yonhap.

Os exercícios são baseados em uma simulação bélica por computador, mas mobilizam milhares de soldados, que ensaiam a possível resposta a uma invasão do Sul por parte do Norte. Neles são levados em consideração vários cenários como bombardeios, ataques terroristas e o uso de armas químicas e biológicas nas principais cidades sul-coreanas.

Não existem indícios de que os Estados Unidos tenham enviado à península porta-aviões, submarinos nucleares e bombardeiros. “As manobras foram planejadas para melhorar a preparação, proteger a região e manter a estabilidade na península coreana”, disseram as autoridades da Coreia do Sul.


Walther Alvarenga

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