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Morte da turista espanhola, na favela da Rocinha, repercute na Europa.

Segundo a polícia, o carro da turista invadiu área proibida, sendo atingido. 
Mulher de 67 anos foi atingida, acidentalmente, durante tiroteio na favela.

Continua repercutindo na Europa a morte acidental de uma turista da Espanha, quando visitava no Rio de Janeiro a favela da Rocinha. E a pergunta que se faz é o motivo de esta senhora estar em um local tão violento quando há outras alternativas de visitação.

Maria Esperanza Jimenez Ruiz, da região de Cádiz, no Sul da Espanha, tinha de 67 anos e morreu nesta segunda-feira na favela da Rocinha, ao ser atingida acidentalmente por disparos da polícia. 

Segundo o jornal El Mundo, o automóvel em que a espanhola se encontrava, com o irmão e o cunhado, foi surpreendido no meio de um tiroteio entre narcotraficantes e agentes da Polícia Militar.

Maria Esperanza estava com irmão e cunhado no veículo atingido
Além dos familiares da vítima, estavam ainda dentro do carro um guia turístico e um homem de nacionalidade italiana. A turista foi prontamente socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital Miguel Couto, no bairro da Gávea.

A versão da polícia - De acordo com a primeira versão divulgada pela polícia, o veículo com turistas teria ultrapassado um cordão de segurança traçado pelas autoridades.

"Por volta das 10:30, um veículo Fiat Fremont rompeu o bloqueio policial no Largo do Boiadeiro. Houve reação da guarnição, atingindo o veículo. Durante a abordagem, verificou-se que se tratava de um veículo para transporte de turistas”.

“Uma mulher espanhola ferida foi socorrida ao Hospital Miguel Couto, mas não resistiu. A Corregedoria da Polícia Militar está apurando o caso", disse o comunicado da Polícia Militar.

A favela da Rocinha é uma das maiores da América Latina e muito frequentada por turistas, apesar do perigo que representam os constantes tiroteios entre a polícia e traficantes.

O policial que disparou contra a turista está detido.


Walther Alvarenga

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