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Horror às crianças da Coréia do Norte. Denúncia estarrecedora nos orfanatos.

Crianças forçadas a trabalharem para regime de Kim Jong-un
Grace Jo escapa do regime norte-coreano e relata atrocidades às crianças
Uma desertora norte-coreana descreveu as arbitrariedades contras as crianças enviadas a abrigos de orfanatos superlotados da Coreia do Norte. Elas são forçadas a trabalharem pelo regime do ditador Kim Jong- un.
Denúncia de Grace Jo que escapou da morte na Coreia de Kim
Grace Jo, que agora tem 26 anos, escapou da Coréia do Norte e fugiu para os EUA com sua mãe e sua irmã em 2008. Ela diz que ela foi presa quando criança depois de ter sido pega tentando fugir da nação opressiva.
Situação de precariedade de crianças nos orfanatos
Grace disse que não se lembra de ter sido torturada nos orfanatos, mas foi forçada a trabalhar em construções e fazendas. Disse que seu pai, dois irmãos e avó morreram de fome no país atingido pela pobreza.
Sua mãe então tentou contrabandear suas duas filhas para fora da Coréia do Norte, mas a família foi capturada.
Ela foi enviada para um orfanato com sua irmã quando tinha cerca de 11 anos e depois para outra instituição, sozinha, quando tinha 14 anos. “Os orfanatos são basicamente campos de trabalho para crianças", denuncia.
"Em uma sala, tínhamos cerca de 45 ou 50 crianças, mas era muito pequena. Quando dormíamos, não conseguíamos nos mover. Se uma pessoa tenta mudar para outro lado, todos devem se mudar. Foi muito difícil”, conta.
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"Claro, não tivemos nenhuma roupa extra e não tivemos sapatos extras. Nós nem sequer temos água suficiente para nos lavar".
Jo disse que as crianças nos abrigos são obrigadas a fazer um trabalho que beneficiaria o regime.
Ela lembrou que sua irmã e pais mais velhos foram forçados a trabalhar em uma fazenda enquanto ela e outros jovens foram forçados a preparar o milho.
"Nós fomos designados para trabalhar em fazendas e montanhas. Crianças mais velhas têm que trabalhar o dia inteiro. É como uma prisão de trabalho para crianças”, relata.
Até mesmo nos jogos, a marca da guerra, do regime autoritário.
Grace Jo lidera uma organização sem fins lucrativos dedicada a ajudar a escapar e resgatar os norte-coreanos oprimidos - NKinUSA.
Ela conta que um missionário sul-coreano que vive nos EUA que ajudou a organizar a fuga dela e da mãe para a China em 2006.
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"Quando atravessamos a fronteira para a China, foi um alívio. Fomos para Pequim e enviamos nossa história para as Nações Unidas. O governo das Nações Unidas e dos EUA recebeu nossa carta e nos aprovou como refugiadas legais".
Grace Jo tornou-se cidadã dos EUA em 2013 e agora é vice-presidente da organização sem fins lucrativos NKinUSA, um grupo de advocacia fundado e administrado por refugiados norte-coreanos reassentados nos EUA.

Walther Alvarenga

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