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Trump chega a Singapura para reunião histórica com líder norte-coreano

Donald Trump desembarca em Singapura para reunião

Trump viaja a Cingapura, a bordo do Air Force One. Kim já está na cidade.
Donald Trump, presidente dos EUA,  chega a Cingapura para encontro histórico com Kim Jong-um. Em contrapartida, o líder norte coreano já está em Singapura e denota animado para reunião com o republicano.
Trump viajou para a Base Aérea de Paya Lebar, em Cingapura, a bordo do Air Force One, poucas horas depois de Kim chegar à cidade-estado do sudeste da Ásia.
Ambos devem se encontrar às 9h desta terça-feira na ilha resort de Sentosa para a reunião de cúpula, a primeira conversa entre um líder norte-americano e norte-coreano e o auge da diplomacia.
Trump saudou autoridades e imprensa na chegada
Kim já tinha voado para o Aeroporto de Changi depois de sua mais longa viagem ao exterior como chefe de estado, usando seu famoso terno maoísta escuro e penteado característico de corte alto.
Ele foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores de Cingapura, Vivian Balakrishnan, que postou no Twitter uma foto dele cumprimentando Kim e a mensagem: "O presidente Kim Jong-un, recém-chegado a Cingapura".
As conversas desta terça-feira estão programadas para acontecer na Capella, na ilha de Sentosa, um quartel general reformado da artilharia do Exército Britânico, que hoje é um dos hotéis de luxo mais caros de Cingapura.
Trump sugeriu a perspectiva de relações normalizadas entre os Estados Unidos e a Coréia do Norte e até mesmo uma visita à Casa Branca para Kim, caso ele retire seu arsenal nuclear.
Kim Jong-un já se encontra em Singapura
Ele disse que ele e Kim poderiam até assinar um acordo para acabar com a Guerra da Coréia, que foi concluída apenas com uma trégua, não um tratado de paz.
A Coréia do Norte e os EUA apareceram à beira da guerra no ano passado, com seus líderes trocando insultos e ameaças até que Kim fez uma oferta dramática em março para encontrar Trump e discutir o desarmamento nuclear, que o presidente americano rapidamente aceitou.
Em setembro, depois que a Coréia do Norte realizou seu sexto e maior teste nuclear, Trump disse em um tweet que Kim era "obviamente um louco que não se importa de morrer de fome ou de matar seu povo".
Kim respondeu marcando Trump como "um homem mentalmente perturbado dos EUA".
Mas a atmosfera mudou drasticamente no começo do ano quando, em sua mensagem de Ano Novo, Kim estendeu um ramo de oliveira para a Coréia do Sul, enviou uma equipe para as Olimpíadas de Inverno em fevereiro e realizou dois encontros com o presidente sul-coreano Moon Jae-Moon, em abril e maio.
Ele também fez duas viagens secretas à China desde março para se encontrar com o presidente chinês, Xi Jinping, e recebeu o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, duas vezes em Pyongyang.
Kim demonstrou surpreendentes habilidades diplomáticas em suas reuniões com líderes estrangeiros e um lado sorridente e afável, enquanto se desviava de seu caminho intransigente para ser cordial. 
Walther Alvarenga

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