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Irã decreta vingança após massacre de parada militar. Crianças entre as vítimas.

Ataque ocorreu durante parada militar em Ahvaz


Presidente iraniano, Hassan Rohani, acusa separatistas árabes

O Irã condenou furiosamente a Grã-Bretanha e outros países europeus por "abrigar terroristas", ao acusar o Ocidente de orquestrar um ataque a uma parada militar que matou 29 pessoas e deixou 57 feridos.

O fato que ocorreu na manhã de sábado, durante parada militar em Ahvaz, Sudoeste do Irã. O presidente iraniano, Hassan Rohani, acusou os separatistas árabes de estarem por trás do atentado. Na opinião de Rohani, a culpa recai sobre os Estados Unidos, que apoiaria países vizinhos do Irã no Golfo Pérsico.

Crianças ficaram feridas durante os ataques
O grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria do atentado, mas as autoridades iranianas não demonstram estar levando a declaração a sério.

Um grupo separatista baseado na etnia árabe do país disse ter realizado o ataque na cidade de Ahvaz, a capital da província de Khuzestan, na qual pelo menos 12 membros da Guarda Revolucionária de elite do regime foram mortos. Idosos, mulheres e crianças também morreram.

O Ministério iraniano das Relações Exteriores anunciou que convocou três diplomatas europeus, representantes de Dinamarca, Reino Unido e Holanda, após o atentado ocorrido durante um desfile militar em Ahvaz.

Os desfiles realizados no Irã realizou, em cidades como a capital Teerã e no porto de Bandar Abbas, no Golfo, marcam o início da guerra do país entre 1980 e 1988 com o Iraque.

O presidente iraniano, Hassan Rohani  disse que, durante a guerra, "aqueles que causaram esta catástrofe  - de sábado -, apoiaram os agressores e cometeram crimes". 

Walther Alvarenga





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