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Bate-boca, denúncias se arrastam e assombram o Brasil



Sérgio Moro torna-se o bode expiatório do Intercept 
É preciso austeridade do Executivo ou vamos continuar patinando

O vazamento de diálogos e procedimentos arquitetados pelo site Intercept, na série de reportagens denominadas “Vaza Jato”, revelando supostas  manobras do Ministro Sérgio Mouro – quando nas funções de Juiz federal –, traz incerteza. O poeta mineiro Cabral de Assis diz o seguinte: “pisou no rabo do jacaré, segura o calcanhar para não levar chifradas”. Mas, espere, jacaré não tem chifres! “Desconfiança distorce realidade e cria subterfúgios inexistentes...”, complementa o bom poeta.

A verdade é que o Brasil está estagnado, economicamente falando, com o abacaxi da Reforma da Previdência como joguete, sem princípios. Motivo que deflagrou guerra aberta entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o presidente Jair Bolsonaro.

E já estamos chegando ao sétimo mês de bolsonarismo, e a coisa não anda. Milhões de pessoas desempregadas e, quem pode, busca uma rota de fuga do país, o que não seria conveniente na altura dos acontecimentos.

Glenn Grenwald segura metralhadora giratória 
A Europa vive o caos do Brexit, dos protestos na Alemanha contra imigrantes, e o inchaço de brasileiros em Portugal. Nos EUA, a intransigência trampista (Trump). Então, nobre leitor do BLOG, trocar seis por meia dúzia seria arriscado.

Voltando à questão Mouro e as façanhas do jornalista Glenn Grenwald, líder do Intercept, nos deparamos com o seguinte cenário: um lado tem “gringo” segurando bomba prestes a explodir e, na outra extremidade, o ministro incomodado com os braços da cadeira do poder.

O Brasil assombra os brasileiros e a proposta de que tudo vai melhorar, se arrasta no bate-boca em Brasília. Os corredores estão lamacentos, e os representantes do povo, na Câmara e no Senado, latem como cão raivoso!
  
Greenwald se sente o dono da verdade, com seu português incongruente. A sua fala se tornou metralhadora giratória, que, se manuseada com descuido, pode explodir a própria cabeça.

Seguimos a passos curtos, em caminhos escusos. Precisamos de austeridade do Executivo para não transformar metas em meras bolhas de sabão. Temo pela geração vindoura, o horizonte é nebuloso, governo continua patinando no lago dos cisnes!

Walther Alvarenga  
    

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