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Brasil não deve aceitar “donativos” do G7

Toda ajuda é necessária, mas Brasil não precisa de donativos do G7

Hora do governo federal mostrar que somos país independente

Na reunião do G7 que aconteceu no último fim de semana na cidade de Biarritz, na França, os chamados “caciques do dinheiro”, ou seja, os países mais ricos do planeta decidiram liberar 20 milhões de euros (cerca de R$ 91 milhões) para ajudar a combater as queimadas na Floresta Amazônica. Toda ajuda é necessária, evidente, mas o Brasil não precisa de “donativos”.

É hora do governo federal se impor, mostrar ao mundo que somos um país independente – embora acordos e acertos de ajuda façam parte da aliança entre Nações. Já dizia a minha saudosa mãezinha, “quando se abaixa demais o bumbum aparece”.

E na questão da floresta Amazônica é muito palpite alheio, gente falando pelos cotovelos enquanto que riquezas tropicais são devastadas pelo fogo. Tenho consultado os principais jornais do mundo, e o Brasil se tornou o alvo de observações e críticas. 

Curioso é que os incêndios devastadores de Portugal, da Califórnia nos EUA – que mataram pessoas e destruíram casas – não chamaram atenção de lideres mundiais como ocorre na Amazônia. Não houve reunião do G7 para decidir o que fazer com Portugal e os EUA.
  
Manobra política? Ainda não dá para desenrolar o novelo de segundas intenções, que envolve arbitrariedade, oportunismo e interferência desnecessária.

O brasileiro, independente de partido político, deve unir-se em causa justa, na torcida para que o Brasil entre nos trilhos e resolva de vez o impasse. Torcer contra na altura dos acontecimentos, é o mesmo que dar um tiro no pé. E olha que a dor é insuportável, diga-se de passagem!

Sejamos conscientes e coerentes, alertando os nossos governantes para que não aceitem o “donativo” do G7 porque temos condições o suficiente para arcar com as consequências.

Walther Alvarenga   

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