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Ditador africano escraviza o povo, esbanja riqueza e tem 14 esposas.

O rei Mswati III é o último monarca absoluto da África
Na série "Louco e ditador", BLOG mostra extravagâncias de rei africano

Se na Venezuela o presidente Nicolás Maduro antecipa o Natal, com compra milionário de pernil para o seu staff – o povo na miséria absoluta –, o BLOG vai mostrar a você, leitor do BLOG outro ditador, que causa a indignação do seu povo, diria, ele é o Maduro negro do reino de eSwatini, nome que passou a designar a antiga Suazilândia – na África.

Informando que o país africano tem 1.057.000 habitantes - estimativa de 2006 - e área de 17.364 km2. Esta matéria abre a série, "Louco e ditador", que o BLOG traz com exclusividade a você, leitor.

Carrão do rei e o povo na mais absoluta pobreza




Então vamos lá! Seguindo para a triste realidade do reino de eSwatini – antiga Suazilândia. Parece nome de cidade de desenho animado, mas exatamente neste local que vive o ditador chamado de rei Mswati III, de 51 anos, excêntrico e louco.
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Pasme, leitor do BLOG, ele está no poder desde 1986, tem 14 mulheres e mais de 25 filhos. É conhecido por ser um "punho de ferro", mas também pelas suas extravagâncias. Mora em luxuoso palácio e tem uma frota de carros caríssima.

A frota de carros do rei é luxuosíssima. O povo anda a pé.

Você deve estar se perguntando, mas e o povo? Como vive? Na miséria total! O momento é de crise no país, falta de luz, água e de outros bens essenciais para uma população mergulhada na pobreza. A expectativa de vida é de 56 anos.

Os funcionários públicos voltaram às ruas da capital Mbabane para reivindicar melhores salários – estagnados há três anos –, enquanto que o rei de eSwatini recebia uma nova e reluzente frota automóvel com modelos top como um Rolls Royce.

Mswati III é o último monarca absoluto da África. Organizações de direitos humanos criticam o seu Governo há anos. Os partidos da oposição são proibidos, os críticos desaparecem atrás das grades e a liberdade de imprensa é limitada.

As 14 esposas do rei durante festividades no palácio
E que súdito algum – o povo pobre – ouse levantar a voz para o rei ou tentar fazer qualquer pedido que o desagrade. A punição é a morte.

Walther Alvarenga

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