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Comunidade brasileira lidera ranking de estrangeiros vivendo em Portugal

Brasileiros são maioria entre estrangeiros em Portugal

Dados apontados pela Pordata no Dia Internacional das Imigrações
Segundos dados divulgados e publicados recentemente pela Portadata –base de pesquisa sobre Portugal contemporâneo com estatísticas oficiais e certificadas sobre o país e a Europa –, 480 300 é o número de estrangeiros que vivem em Portugal, de acordo com o relatório de imigração, fronteiras e asilo (RIFA) do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
A maior comunidade de imigrantes em Portugal é a brasileira: 105 423 cidadãos, o que significa que um em cada cinco estrangeiros que vivem no país tem essa nacionalidade. Houve ainda um aumento dos pedidos de autorização por parte de cidadãos bengali (+165,1%), brasileiros (+143,7%), nepaleses (+141,2%), indianos (+127,3%) e venezuelanos (+83,2%).
Dados destacados pela Pordata no Dia Internacional das Imigrações – 18 de dezembro –, acrescentam que a comunidade francesa é a segunda que mais cresceu nos últimos dez anos (mais 400% do que em 2008). 

Portugal é caminho preferido de estrangeiros, segundo Portadata.
A primeira é a nepalesa, que aumentou de 560 para 11 487 indivíduos, ou seja, 21 vezes (1950%). Mesmo assim, Portugal é o oitavo país da União Europeia com menos estrangeiros em percentagem da população (apenas 4,1%), logo acima da Hungria, que tem uma política ferozmente anti-imigração
Crise imigratória
Dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM) apontam para uma crise migratória ímpar em 2015, com um fluxo de imigrantes nunca antes visto na União Europeia, fugindo da guerra e da instabilidade: mais de um milhão, no total, incluindo mais de 850 mil via Grécia, principalmente da Síria (56%), do Afeganistão (24%) e do Iraque (10%).

Paquistaneses e nigerianos têm número expressivo na UE
Em 2018, os países da UE registaram 580 800 novos pedidos de asilo – menos de metade do pico de 1,26 milhões alcançado em 2015 – com os sírios a liderar nestas solicitações (80 900). Afegãos e iraquianos surgem em segundo e terceiro lugares, respetivamente com 41 mil e 39 600 pedidos de asilo, à frente de paquistaneses, iranianos, nigerianos e turcos.
Na Europa, entre os países que mais concederam asilo em 2018 constam: Alemanha (139 600), Itália (47 900) França (41 400). Segundo o Eurostat, ainda em 2019 os países da União Europeia concederam proteção a cerca de 333 mil requerentes de asilo (menos 40% em relação ao ano anterior). Os Sírios foram os que mais beneficiaram (29% do total), seguidos dos afegãos (16%) e dos iraquianos (7%).
Walther Alvarenga






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