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Angolanos ignoram restrições do governo: ‘Melhor morrer da doença do que morrer de fome’.

Povo angolano desobedece ordens de restrições com coronavírus

1.209 pessoas detidas por descumprirem as ordens de restrições, mais de 1000 por entrarem em Angola após encerramento das fronteiras

A situação é crítica na Angola, com cidades em condições de extrema pobreza, o que leva o povo a se revoltar contra o estado de emergência decretado pelo presidente João Lourenço, e a necessidade de trabalhar para conseguir comer.

‘É melhor morrer da doença do que morrer de fome’, desafiam angolanos, diante das restrições impostas no país.

E mesmo com o bloqueio imposto pelo governo, muitos entendem que ganhar dinheiro, encontrar comida e buscar água são razões mais do que legítimas para sair de casa. 

E após o governo ter declarado estado de emergência e ter imposto restrições em 26 de março, as multidões continuam a amontoar-se nos mercados, em frente às lojas ou em pontos de água em Luanda. 

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Ao abrigo das restrições, o presidente proibiu viagens, reuniões e atividades públicas, pois o país registou 10 infecções e duas mortes.

As operadoras de telefone aderiram aos apelos e oferecem minutos de chamadas gratuitas para evitar filas de pessoas que tentam carregar os seus celulares.

Ainda assim, as ruas de Luanda não ficaram vazias. Na véspera do estado de emergência, o chefe de polícia, Paulo de Almeida, prometeu divulgar a mensagem sobre a gravidade do vírus. ‘Não toleraremos a desobediência’, alertou.

O ministro do Interior, Eugénio Laborinho, disse que 1.209 pessoas foram detidas por descumprirem as ordens de restrições, mais de 1000 por terem entrado em Angola após o encerramento das fronteiras em 27 de março e 189 por violar o estado de emergência.

Walther Alvarenga

#NãoSaiadeCasa    


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