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Trump ameaça enviar terrorista de Nova York para Guantánamo

Donald Trump quer punição para o terrorista Saipov
Saipov já está recuperado e se sente “orgulhoso” pelo massacre
O Presidente Donald Trump ameaçou enviar o suspeito de terror de Manhattan, Sayfullo Saipov  - que matou oito pessoas e feriu 12 -, para a Baía de Guantánamo.
Fanático do Estado Islâmico, Saipov, um migrante de 29 anos, do Uzbequistão, estava "alegre" quando se recuperou dos ferimentos de bala em seu estômago, no hospital, após ser ferido pela polícia.

Ele havia prometido lealdade à rede terrorista em uma nota encontrada dentro da caminhonete alugada, utilizada para atropelar e matar pessoas.

Perguntado se o polêmico campo prisional em Cuba era uma opção para Saipov, Trump disse: "Eu certamente consideraria isso. Manda-o para  Guantánamo”, ordenou o presidente.

O senador republicano, o ex-coronel da Força Aérea dos EUA, Lindsey Graham, disse que Saipov, casado pai de três filhos, deve ser tratado como um combatente inimigo.

O presidente também usou o ataque de terça-feira para exigir controle de migração mais acirrado, depois que Saipov foi contemplado a viver nos EUA através da "loteria" de vistos – sorteio que contempla cidadãos no mundo com o green card.

Saipov emigrou do Uzbequistão há sete anos, trabalhou como motorista de táxi da Uber e era desconhecido para a polícia, exceto por infrações de trânsito.

Mas o delegado da polícia de Nova York, John Miller, revelou que ele é suspeito de planejar cuidadosamente o pior incidente terrorista de Nova York, desde o 11 de setembro.

Testemunhas disseram que Saipov gritou, "Alahu Akhbar" - Deus é o maior em árabe - antes de sacar duas armas e atirar contra pessoas inocentes.

Depois que ele foi acertado com um tiro no estômago, por Bryan Nash, um agente de NYPD de 28 anos, a polícia encontrou na van uma bandeira do Estado Islâmico e uma nota dizendo "IS lives forever".

O suspeito foi submetido à cirurgia no Hospital Bellevue da cidade, e foi relatado como "orgulhoso" e "se vangloriando" do massacre quando entrevistado pelas autoridades.


Walther Alvarenga

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