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Protocolo de segurança evita o envenenamento da Rainha Elizabeth




 
Alimentos para rainha Elizabeth são supervisionados
Palácio de Buckingham não descuida da segurança da monarca britânica

 O que os súditos não imaginam é o minucioso protocolo de segurança para evitar o envenenamento da Rainha Elizabeth II da Inglaterra, já que a monarca cumpre extensa agenda pública com banquetes, almoços ou jantares reais recebendo um número considerável de convidados. Sem dúvida, ocasiões propícias para um ataque à monarca britânica.  

Mediante ao cenário de risco à vida da rainha, o Palácio de Buckingham não descuida da sua segurança, em nenhum momento, e, como tal, foi criado um protocolo de segurança para evitar que a rainha seja envenenada. 

Recentemente foi exibido na Europa o documentário “Segredos da Cozinha Real”, evidenciando aspectos importantes dos cuidados com alimentos e bebidas servidos à Elizabeth e aos demais membros da família real.

Monarca administra os alimentos à mesa para convidados
Até mesmo o chá das cinco – tradição britânica – é supervisionado pelo staff da rainha. E nada pode falhar, com averiguações minuciosas por parte da criadagem à disposição da rainha.

O chef Darren McGrady, que trabalhou para a rainha Elizabeth, revelou que é a monarca que escolhe os menus que são servidos no palácio.

Donald Trump teme ser envenenado
O chef em funções, explica McGrady, apresenta ideias para três dias - de modo a dar tempo de preparação - e as sugestões são depois levadas à monarca.

 "A rainha anula as opções que não quer ver servidas", relata. Uma coisa é certa: seja qual for à escolha, não vai ter alho, nem muita cebola. 

Qualquer alimento preparado para a rainha é supervisionado, experimentado antes de ser levado à mesa – digamos por cobaias a exemplo dos súditos da era Medieval, os provadores oficiais.

Basta lembrar que o próprio presidente do EUA, Donald Trump, revelou que teme ser envenenado. Durante a campanha presidencial, com viagens e encontros constantes, o então candidato republicano se alimentava apenas de hambúrgueres.

E não para por aí: de Barack Obama até o ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, os alimentos que degustavam em refeições privadas ou públicas eram fiscalizados. Entretanto, vale lembrar que o aprovador oficial de comidas vem desaparecendo desde o século 19.
  
O documentário revela também que a rainha Elizabeth prefere comida tradicional inglesa e francesa, enquanto o Príncipe Filipe é mais experimental. Além disso, quando faz as refeições em casa, a rainha gosta de comer a ver televisão.

A comunicação entre a equipe do chef e a monarca também se baseia em códigos: "se for jantar fora, a rainha risca a página; se tiver convidados, acrescenta traços consoante o número de pessoas que vai receber".

Como pode avaliar o nobre leitor do BLOG, procedimentos diários no Palácio de Buckingham contam com provadores, chef de cozinha e seguranças por todos os lados, protegendo a rainha.

E se por ironia dos deuses você for convidado para tomar chá com a rainha Elizabeth não se preocupe: pode comer à vontade porque não há risco de envenenamento.

Walther Alvarenga
 




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